Mudanças entre as edições de "Victor Kirovsky"
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| − | Segundo depoimento de [[Marcílio Carmo]], "foi o maior diretor de arte que eu conheci. O mais consistente, o que emanava direção de arte por todos os póros, principalamente entre cada baforada do seu indefectivo cachimbo. Ele entendia mesmo de direção de arte e ainda tinha ares de intelectual. Era o cara. Foi dupla de [[Mauro Matos]] na [[MMC]] e ganhou muitos, muitos prêmios com ele. Se não me engano, repetiu a dose com o redator [[Jorge Barros]], na mesma agência. O Vick, como era chamado, era um homem de layout, de story-board, de conceito e logomarcas, enfim, um diretor de arte de verdade. Fez duplas históricas com Cidão na [[Pubblicità]] e outras tantas peças com a [[Bia Brandão]] e com o [[Galileu Martins]]. E as manchas que o Vick fazia? E os layouts na mão? Se essa garotada do computador visse esse cara trabalhando, iriam babar na gravata." | + | Segundo depoimento de [[Marcílio Carmo]], "foi o maior diretor de arte que eu conheci. O mais consistente, o que emanava direção de arte por todos os póros, principalamente entre cada baforada do seu indefectivo cachimbo. Ele entendia mesmo de direção de arte e ainda tinha ares de intelectual. Era o cara. Foi dupla de [[Mauro Matos]] na [[MMC]] e ganhou muitos, muitos prêmios com ele. Se não me engano, repetiu a dose com o redator [[Jorge Barros]] e com o também redator Claudio Ortman, na mesma agência. O Vick, como era chamado, era um homem de layout, de story-board, de conceito e logomarcas, enfim, um diretor de arte de verdade. Fez duplas históricas com Cidão na [[Pubblicità]] e outras tantas peças com a [[Bia Brandão]] e com o [[Galileu Martins]]. E as manchas que o Vick fazia? E os layouts na mão? Se essa garotada do computador visse esse cara trabalhando, iriam babar na gravata." |
Edição das 18h06min de 10 de outubro de 2007
Diretor de arte.
Segundo depoimento de Marcílio Carmo, "foi o maior diretor de arte que eu conheci. O mais consistente, o que emanava direção de arte por todos os póros, principalamente entre cada baforada do seu indefectivo cachimbo. Ele entendia mesmo de direção de arte e ainda tinha ares de intelectual. Era o cara. Foi dupla de Mauro Matos na MMC e ganhou muitos, muitos prêmios com ele. Se não me engano, repetiu a dose com o redator Jorge Barros e com o também redator Claudio Ortman, na mesma agência. O Vick, como era chamado, era um homem de layout, de story-board, de conceito e logomarcas, enfim, um diretor de arte de verdade. Fez duplas históricas com Cidão na Pubblicità e outras tantas peças com a Bia Brandão e com o Galileu Martins. E as manchas que o Vick fazia? E os layouts na mão? Se essa garotada do computador visse esse cara trabalhando, iriam babar na gravata."